O amanhã está longe da gente, o que temos é hoje e o amargo ou doce do ontem. O futuro não deixou de ser real, mas se sujeita ao fatal. Penso que somos apenas um suspiro....
Que de alguma forma somos perecíveis e limitados ao hoje.
O tempo nos leva as palavras, preenche o silêncio com saudade. Posso estar errado, pois a minha imperfeição só expressa meu ponto de vista. Quanto a brevidade das coisas, o desejo só deve ser superado pelo fazer, não por sua possibilidade. A dúvida é silenciosa, rouba o tempo e consequentemente cristaliza o ontem...
Confunde o agora e arrebata o presente.
Penso que por mais que abafemos alguns sentimentos, eles envelhecem e não nos abandonam. Enrouquecem em traços silenciosos, na face ou no brilho apagado do olhar. Somos modificados por eles e conscientes da sua intensidade. Sensibilidade comum. Gostaria muito de entender, mas excede o abstrato...
Não importa onde ou de que maneira, a ordem dos momentos se decidem em escolhas.
O talvez, assombra o quem sabe, que por sua vez se deleita do esperar, do esperançar. Eu esperanço, tua esperança, nós esperançamos, o horizonte, a felicidade em companhia do real. O que é real? O sentimento? O pensamento?
Na verdade, penso que o real seja....
De fato,
o quem sabe...?
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